1° MATE : SEMENTES DE ÁRVORES SUPERIORES

As Sementes devem ser colhidas em árvores superiores ou matrizes. Elas são responsáveis pela transmissão das características genéticas da planta e devem ter sempre certificação de origem.

 

2° MATE: MUDAS DE ALTA QUALIDADE:

Para que a muda tenha uma ótima qualidade, ela não pode ter mais que 1,5 vezes a altura de sua embalagem, ser rustificada (receber sol no viveiro), não conter manchas, pintas, raízes cachimbadas e enoveladas ou desfolhamentos. O ideal é que seu colo tenha em torno de 3 mm, seja amarronzado, já lenhoso (não esverdeado) e tenha no mínimo 3 pares de folhas.

 

3° MATE: COBERTURA DO SOLO NO INVERNO E VERÃO:

A cobertura do solo com plantas forrageiras de inverno e verão repõe nutrientes ao solo, como potássio e nitrogênio. No inverno, se utilizam 65 Kg de aveia, 5 Kg de nabo forrageiro e 30 Kg de ervilhaça, totalizando 100 Kg por hectare de sementes. Já no verão são utilizados 8 kg de soja forrageiro ou 80 Kg de tremoço. É preciso manter a cobertura com espécies rasteiras e arbustivas. Duas a três roçadas mecanizadas evitam o uso de herbicidas, que são proibidos no cultivo da erva-mate.

 

4° MATE: ADUBAÇÃO E CORREÇÃO DO SOLO

                     A erva-mate é capaz de tolerar solos ácidos com ph entre 3,5 a 5,5. Sendo assim, toda a correção e adubação do solo deve ser precedida de análise. Não se deve usar mais que 3 a 4 toneladas do calcário, nem adubação em excesso, pois a mesma traz insetos como ampola, cochonilha ácaros. Os adubos químicos devem ser colocados em 3 etapas: setembro, dezembro e fevereiro, Os adubos orgânicos são importante*, como camas de aviário, humus cm minhoca compostagem.

 

5° MATE: PODA DE FORMAÇÃO E COLHEITA

A poda de formação deve ocorrer no 3° ano após o plantio e priorizar a abertura da erveira, mantendo de 3 a 5 troncos (pernadas). Na 2a poda de formação, que ocorre aos 4,5 anos, formam-seos ramos principais (braçadas), onde brotam os ramos produtivos. É preciso sempre deixar em torno de 30% dos ramos de folhas na planta e a poda só pode ocorrer a cada 6 meses, sendo 70% em setembro, 30% em dezembro e o "puxe" (ramos internos) somente após 18 meses (março do ano seguinte).

 

6° MATE: PRAGAS E DOENÇAS

Fungos que apodrecem as raízes podem vir do viveiro. As plantas frágeis e desnutridas são atacadas com mais facilidade por pragas e doenças. A broca (ou corintiano) deve ser controlada com catação manual e produto biológico aplicado nos meses de outubro e fevereiro, pois não é permitido o uso de inseticidas químicos. Já a cochonilha é controlada com óleo mineral.

 

7° MATE: SUBSTITUIÇÃO DE PLANTAS IMPRODUTIVAS

Devem ser identificadas as plantas doentes, com problemas radiculares e improdutivas e, desta forma, substituí-las gradativamente.

 


 

 

 

Texto produzido por:

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